O reforço para educação e saúde no Brasil

imagem petroleo

por Robson Joaquim

A educação e a saúde dos brasileiros acabam de ganhar um reforço financeiro, os Royalties. No Brasil o petróleo pertence à União, embora a Lei 9 478/1997 garanta que, após extraído, passe a ser da empresa que realiza a extração deste recurso natural, mediante o pagamento de royalties, ou seja, a cobrança de impostos sobre a extração de recurso natural de uma determinada região.

A presidenta Dilma Rousseff sancionou nesta Segunda (9) e sem vetos a lei que destina os Royalties do petróleo para investimentos na educação e saúde, sendo assim o texto determina que 75% dos valores serão destinados a educação e 25% para a saúde.

Sem sombra de dúvida um grande passo para o Brasil, a presidenta ainda justificou a necessidade de investir na educação citando uma frase de um educador americano, que diz: “você acha a educação cara, experimente a ignorância”. O primeiro repasse deve acontecer ainda em 2013, cerca de R$ 770 milhões e pode chegar a R$ 19,5 bilhões até 2020.

Todos nós sabemos da suma importância de melhorar a qualidade dos serviços nestas duas áreas, agora, quem irá desenhar este projeto e será que este “socorro” irá abranger a educação e a saúde de todo o território nacional? Este investimento deve possuir um plano muito bem elaborado para socorrer desde as cidades até ao campo mais distante.

Que não seja apenas um investimento para inglês ver, o fato é que muita das escolas públicas deste Brasil mal tem cadeiras, lousas, transportes e até merenda, algumas sem vidros e também chovem dentro, escolas distantes de comunidades e muito precárias, e pior que além do material desatualizado, a educação sofre com alguns professores despreparados psicologicamente para enfrentar uma sala de aula cheia.

A educação no Brasil clama por socorro, e pede também fiscalização rígida quanto aos frutos destes investimentos, hoje há mais televisores dentro de um lar do que livros, poucos sabem sobre a história do Brasil e suas principais datas, só as marcam nos calendários por se tratar de feriados.

O mesmo ocorre na saúde, um país tão grande deste e com recursos naturais fartos, ainda se tem um saneamento básico péssimo e o atendimento da saúde comercializada, quem quer ter um acesso mais dedicado deve-se pagar um plano de saúde e não é barato e ainda mais quando você necessita dele não se tem cobertura total.

Existem vagas para médicos em outros estados, mas por conta de salários atrasados e alto custo de vida fora da capital, os médicos acabam retornando para a cidade, o que fez com que fosse solicitado reforço dos médicos de Cuba. Tomara que estes investimentos não fiquem só em promessas da presidenta, mas sim alcance a educação dos brasileiros e ressuscite a falida e precária saúde deste país.

 

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